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Dilemas da Contemporaneidade

  • 17 de mai. de 2018
  • 1 min de leitura

Vivemos um momento histórico marcado por profundas mudanças na dinâmica cotidiana ocorridas em uma velocidade estonteante. Os avanços tecnológicos em todas as áreas e o acesso cada vez mais disseminado a todos eles, afetam de forma contundente a todos nós. Para uma parcela considerável da população, muitos de seus sonhos e fantasias podem ser realizados. Para alguns, virtualmente, todos.

Contudo, os agravos psíquicos têm aumentado numa proporção preocupante, tornando-se relevante tópico na concepção de saúde pública. Situação que explicita um descompasso entre desenvolvimento social e equilíbrio emocional. Descompasso que, para muitos, é inevitável. Será?

A compatibilidade entre as várias dimensões que compõe o existir talvez seja o maior desafio posto ao ser humano. Qualquer sacrifício além de certa medida é prejudicial e não passará incólume. O que as pessoas apregoam como qualidade de vida, é bem mais complexo e abrangente do que pode parecer nas campanhas publicitárias em voga atualmente.

O processo psicoterápico tem como meta buscar essa compatibilidade, considerando a singularidade de cada fenômeno envolvido na dinâmica de cada sujeito, e criando condições para um desenvolvimento emocional efetivamente sadio.

 
 
 

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